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O ano está acabando… Como anda a sua vida?

Quando olho para os anos de minha caminhada vejo: a persistência e a diligência em buscar me conhecer melhor. E à medida que me conhecia, pude fortalecer meus pontos fortes e lidar com as fraquezas. Esta conduta me permitiu alcançar grandes resultados em todas as áreas da minha vida. Compreendi que uma mente que busca o conhecimento jamais volta ao seu tamanho original.
O conhecimento é a única coisa que não podem tirar de nós.

“É importante a vontade de aprimorar o conhecimento: tudo é motivo para aprendizagem e crescimento. Nunca perca a curiosidade e a vontade de progredir, independente de sua idade”. (Perfect Liberty)

Se você está lutando em alguma área de sua vida com a mesma situação, ano após ano, e parece que nunca chega lá, é importante você fazer a si mesma esta pergunta: “como vai estar a minha vida no próximo ano nessa época”?

Em alguns dos meus textos anteriores falei a respeito de abandonar seu passado e fixar seus olhos no futuro; mas apenas por um momento, eu gostaria que você olhasse para trás e verificasse se você ainda está lidando com as mesmas questões que lhe rodearam ano passado.

Mudaram muitas coisas ou você continua lutando com o seu peso?

E sua conta bancária? Ela tem crescido? Ou será que não mudou nada?

O seu casamento mudou/melhorou? Ou você ainda está lutando com problemas de relacionamento/comunicação?

Uau! Será que suas experiências do passado não são sinalizadores de alerta para seu presente? E é por isso que você está rodeando a mesma montanha ano após ano?
Viver num ciclo vicioso nos mantém presas em situações que produzem confusão, falta de paz, estagnação, miséria e assim por diante.

Vivemos em tempos diferentes. Há um tempo para cada coisa e precisamos evoluir, crescer, mudar; entender que vivemos ciclos que precisam ser vividos e finalizados, para que outros possam iniciar. Porém, observo que muitas de nós preferem, ao invés de fechar portas, deixá-las entreabertas, por medo de não terem para onde voltar. E  muitas vezes retornam para as mesmas situações de aprisionamento.

Por medo da dor, do novo e do desconhecido, preferimos não experimentar coisas novas. Por isso eu quero encorajar você a inspecionar sua vida e observar se hoje você está repetindo alguma história. E observe com muita atenção, pois além de repetir a sua história, você também pode estar repetindo a história de uma familiar como da sua mãe ou avó… Quer um exemplo? Minha avó foi mãe solteira, minha mãe foi e hoje eu sou também.

Assim como esses, existem vários exemplos que poderia citar, mas hoje eu desafio você a uma profunda reflexão e também te desafio a tomar a decisão de fechar as portas do passado para que novas portas, com novas oportunidades, possam abrir-se em sua vida.

Nossas atitudes escrevem nosso destino. Nós somos responsáveis pela vida que temos. Culpar os outros pelo que nos acontece é cultivar a ilusão. A aprendizagem é nossa e ninguém poderá fazê-la por nós, assim como nós não poderemos fazer pelos outros. Quanto mais depressa aprendermos isso, menos sofreremos. (Zíbia Gasparetto)

Eu acredito em você!

 

Meg Veiga

About The Author

Meg Veiga

Formada em Fisioterapia pela Universidade Castelo Branco e Propaganda e Marketing pela UNESA, no Rio de Janeiro. Especialista no desenvolvimento do potencial humano, sócia-diretora da empresa Newhosp Consultoria e Informática, que comercializa software para área médica, atuando na área de engenharia de vendas. CEO da Bright Consultoria Empresarial, atuando como palestrante, dando consultoria organizacional e treinamentos. Idealizadora do canal Salto mais Alto, que tem por objetivo ajudar as mulheres a desenvolverem o máximo do seu potencial sendo ele pessoal ou profissional. Contatos: 21-96430-1317 megveiga@saltomaisalto.com.br Acesse: facebook.com/saltomaisalto.com.br