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De onde vem o amor que buscamos?

Passei muitos anos da minha vida buscando o amor verdadeiro e passei esta mesma quantidade de anos experimentando a frustração em suas mais diversas formas, pois o amor que eu buscava estava relacionado a pessoas e coisas. E enquanto o foco é esse, permanecemos estáticas ou andando em círculos.

Quando buscamos o amor de fora, qualquer situação que não condiz com as nossas expectativas causa a sensação de que não somos amadas, e isso é algo que acaba nos trazendo sentimentos que nos impedem de enxergar. Aproveitando que estamos falando sobre enxergar, creio que tudo passa pela nossa forma de olhar.

Anaïs Nin fez esta citação que faz muito sentido: “Não vemos as coisas como são: vemos as coisas como somos”.

Poderia parar meu artigo por aqui, porém quero levar você ao mais próximo de onde cheguei.

Nossos olhos enxergam conforme está o nosso coração. Não adianta você estar cercada de dinheiro, de pessoas maravilhosas, de recursos necessários para tudo o que você precisar, se o que há dentro de você está ofuscando a sua visão, em relação à vida e ao outro.

Sempre fui uma pessoa muito difícil com relacionamentos, pois julgava as pessoas e as coisas com o peso do que existia dentro de mim. Uma pessoa insegura, medrosa, ansiosa, arrogante, entre outras coisas mais. O que alguém com todos esses sentimentos dentro de si pode enxergar? Infelizmente, nada de bom! Nem no outro e nem na vida.

Um dia estudando para formalizar o meu negócio tive acesso a esta frase: As coisas não mudam, nós que mudamos. Desde então, algo dentro de mim começou a ficar desconfortável e iniciei o meu processo de transformação. Esta caminhada não foi fácil, porém foi libertadora.

“São os olhos a lâmpada do corpo. Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará no abismo”. (Mateus 6:22).

Essa citação do Apóstolo Mateus me levou a uma profunda reflexão e a uma busca por renovar a minha forma de pensar, viver e amar. A renovação da minha mente me vez entender que amar de verdade não é buscar os meus próprios interesses, mas sim olhar para o outro com compaixão. É muitas vezes deixar de olhar o meu problema, a minha luta, para ajudar o outro a superar suas dores.

Minha expectativa hoje não está mais no outro e sim em mim, no que vou deixar entrar no meu coração, pois o nosso coração pode ser a fonte de muito amor ou de muitos males, vai depender do que cultivamos dentro dele.

Sei que muitas de vocês, assim como eu, buscam ser amadas e buscam ter uma vida plena em seus relacionamentos. O que muitas não sabem é que este amor está dentro de nós e que só precisa ser encontrado e cultivado com os nutrientes certos. Quando ele é encontrado, começamos a experimentar as mais diversas formas de amar.

“Dentro de nós, existem dois lobos: O lobo do ódio e o lobo do amor.
Ambos disputam o poder sobre nós. E quando me perguntam qual lobo é vencedor, respondo: O que eu alimento” (Provérbio Indígena)

É isso, Mulheres Vencedoras! Sigam nesta semana vencendo a si mesmas!

Eu sou prova de que uma mudança de mente pode mudar toda uma história.

Não será fácil, mas será possível.

Juntas, somos mais fortes!

 

Meg Veiga

 

 

 

About The Author

Meg Veiga

Formada em Fisioterapia pela Universidade Castelo Branco e Propaganda e Marketing pela UNESA, no Rio de Janeiro. Especialista no desenvolvimento do potencial humano, sócia-diretora da empresa Newhosp Consultoria e Informática, que comercializa software para área médica, atuando na área de engenharia de vendas. CEO da Bright Consultoria Empresarial, atuando como palestrante, dando consultoria organizacional e treinamentos. Idealizadora do canal Salto mais Alto, que tem por objetivo ajudar as mulheres a desenvolverem o máximo do seu potencial sendo ele pessoal ou profissional. Contatos: 21-96430-1317 megveiga@saltomaisalto.com.br Acesse: facebook.com/saltomaisalto.com.br