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A consciência adormecida à espera de um empurrão

Quantas vezes já nos vimos diante de algumas situações em que desejamos ajuda, um conselho, aquele “tapinha nas costas” de incentivo para tomarmos coragem e agirmos? E aquela sensação de que estamos sempre sozinhos diante das mais importantes decisões de nossas vidas?

Quando falamos de consciência, falamos também de autoconhecimento e, consequentemente, de estarmos dispostos a nos construirmos diariamente de acordo com as experiências que passamos, sejam elas positivas ou negativas. Desde um despertar atravessado, até um boa noite em comemoração a uma conquista, estamos aprendendo algo, exercitando nossa capacidade de interpretação e ampliando nossa superfície de consciência diante de fatos e ações.

Sabe quando chegamos ao ponto em que pensamos que nos conhecemos plenamente, sabemos de nossas dificuldades e adiantamos alguns passos de nossa jornada, crendo estarmos coerentes com aquilo que somos? Este é um sinal de alerta! Pode ser exatamente neste momento que você esteja colocando o seu “gigante” para dormir – e aqui, carinhosamente chamo de gigante a nossa consciência.

Gigante, no seu mais claro dos significados. Com grande potencial, que amedronta, que é capaz de grandes feitos, que é desajeitado, mas toca corações, entre outros. O que nos leva a adormecer nossa consciência e nos tornarmos “fazedores” de coisas? Quem teria a resposta para esta pergunta? A própria consciência.

O poder de observar a diferença entre o que somos e aquilo que assistimos diante de nossos olhos é o que chamamos de consciência. É quando temos o discernimento e nos observamos enquanto sujeitos e expectadores ao mesmo tempo. Adormecer essa nossa capacidade é ao mesmo tempo renegar nossos talentos e habilidades e não nos enxergarmos como participantes da própria realidade em que estamos inseridos – um pensamento um tanto quanto complexo, confesso.

Mas de alguma forma, a nossa própria consciência nos leva a atitudes que nos permitem (ou não nos permitem) evoluirmos e avançarmos diante de algumas experiências. Manter o “gigante” acordado é cada vez mais conhecermos e aceitarmos o potencial de que nós podemos criar nossa realidade, enquanto sujeitos de nossa vida e de nossa história. O exercício do não-julgamento, como grande incentivador da consciência sistêmica é uma dádiva que devemos sempre buscar. Não deixar o gigante adormecer é, além de tudo, mantermos e aceitarmos o nosso papel enquanto protagonistas de nossas escolhas e enquanto expectadores de uma obra que se cria e recria a cada dia, a cada hora, a cada piscar de olhos.

Dê um empurrão no gigante que pode estar adormecido em você. Crie e recrie sua consciência enquanto protagonista de sua própria realidade, tendo como foco o desenvolvimento de um “ser” que não somente É, mas que ESTÁ em construção e evolução o tempo todo.

Lembre-se: vou participar do SINAEM com o tema “Mulheres Pró-Coaching – por uma carreira com mais propósito”.

Para assistir à minha palestra basta se inscrever no link www.inadepe.com.br/sinaem

Grande abraço 😀

 

About The Author

Fabio Procópio

Fábio Procópio é formado em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas pela Unesp e Coach profissional pela Academia Brasileira de Coaching (ABRACOACHING) com certificação internacional Behavioral Coaching Institute (BCI) . Fundador do projeto "Mulheres Pró- Coaching, em Ribeirão Preto - SP. Para saber mais, acesse: www.fabioprocopiocoach.com facebook.com/fabioprocopiocoach ou envie um e-mail para contato@fabioprocopiocoach.com